
Probióticos na prevenção de infecções urogenitais recorrentes
Descubra como os probióticos auxiliam na prevenção de infecções urinárias recorrentes (ITU). Conheça as melhores cepas de Lactobacillus e como restaurar a microbiota vaginal
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O início do inverno é motivo de atenção para a ocorrência de doenças respiratórias. As temperaturas reduzidas favorecem que as pessoas fiquem em locais mais fechados e com menor circulação de ar, que por sua vez aumenta a disseminação de vírus causadores de gripes e resfriados. Além disso, doenças como sinusite e aumentam consideravelmente nesta época.
No caso de gripes, por exemplo, a vacinação é um método preventivo, porém não impede que o indivíduo seja infectado por conta da rápida mutagênese do vírus causador da infecção. Dessa forma, é importante que o sistema imunológico receba o aporte necessário para aumentar a resistência do organismo contra a infecção viral.
Inúmeras publicações científicas sugerem que a microbiota intestinal (MI) é importante para a regulação da imunidade e dos mecanismos de defesa do hospedeiro contra patógenos, como os vírus. Correlacionados à uma MI saudável e à suplementação de cepas probióticas, os mecanismos antivirais da MI descritos na literatura incluem:
Neste sentido, um estudo comparou o uso de probióticos com placebo para prevenir infecções agudas do trato respiratório superior em 14 ensaios clínicos. Percebeu-se que a suplementação com probióticos pode melhorar a resposta do sistema imunológico contra o vírus influenza. O mesmo estudo revelou que os probióticos apresentam o potencial de reduzir a frequência dessas infecções e da necessidade de uso de antibióticos.
No Japão, foi investigada a eficácia do consumo de Lactobacillus brevis KB290 contra a influenza em 1089 escolares durante 1 ano letivo. Após a suplementação contínua do probiótico, foi-se constatado que houve uma incidência reduzida de influenza nos participantes que receberam a suplementação, sugerindo que ela pode ser mais uma estratégia de prevenção contra a gripe.
Além disso, a literatura científica tem buscado uma relação da MI com a resposta do organismo após a vacinação. Assim, uma revisão sistemática e meta-análise apresentou a possibilidade de uma melhora significativa na taxa de proteção sérica de espécies específicas de influenza após a suplementação de cepas probióticas. Isso sugere que os probióticos são eficazes em aumentar a imunogenicidade ao influenciar a soroconversão em indivíduos vacinados contra a doença.
Considerando que diversas evidências apontam que o desequilíbrio na estrutura e função da MI afeta o sistema imune antiviral do organismo, a suplementação probiótica se mostra uma aliada na otimização da imunidade e prevenção de quadros virais.
Referências
Referências

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